Grupo pró-vida é agredido por esquerdistas durante vigília pela vida em São Paulo

Pró-família

Ao contrário do que diz a matéria publicada no site Agência Pública, o grupo contrário ao aborto foi agredido por uma defensora do aborto, durante um ato de vigília do grupo pró-vida, em frente ao Hospital Pérola Byington, em São Paulo. A agressão, com tapas e empurrões, ficou registrada em vídeo, mas o relato falso do site vem gerando mais agressões contra o grupo.

Desde o dia 25 de setembro, o grupo pró-vida vem se reunindo para uma vigília de 40 dias de orações em frente ao hospital em que são realizados abortos, inclusive tardios, em gestações de até 22 semanas (quase 6 meses), nos casos de estupro ou malformação fetal. De acordo com norma técnica do Ministério da Saúde, ainda vigente, os procedimentos em caso de violência sexual ainda podem ser feitos sem boletim de ocorrência.

O relato publicado pelo site da Agência Pública traz como destaque a narrativa da defensora do aborto que acusa, sem provas, de que o grupo pró-vida teria a agredido com um “mata-leão” e tapas. A notícia falsa acabou produzindo mais violência, motivando ativistas do aborto a agredirem ainda mais o grupo pró-vida.

O fato ocorreu na segunda-feira (21/10), quando “a assistente de produção J., de 31 anos, foi ao Hospital Pérola Byington, no centro de São Paulo, para uma consulta psiquiatra”, como descreve A Pública. A jovem diz ter sido vítima de violência sexual há cerca de 20 dias, no dia 29 para 30 de setembro, mas ainda não sabe se ficou grávida com o estupro. Por isso, o motivo de sua presença no hospital seria para tratamento pós-estupro, que inclui consultas com psiquiatra, e não para aborto. A data alegada do estupro é posterior ao início da campanha de orações em frente ao hospital e a jovem pediu à reportagem da A Pública para não ser identificada. Ela não fez queixa sobre o estupro.

Enquanto a cobertura da grande mídia afirma ter havido agressão por parte dos pró-vidas que se reúnem para rezar pelo fim do aborto, sem apresentação de qualquer vídeo ou testemunha neutra, o incidente foi registrado em vídeo.

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