Por que países católicos são mais prósperos

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Alguns sites especializados em economia têm divulgado o argumento de que os países de tradição católica teriam pouco sucesso econômico em relação àqueles de tradição protestante.

Países de tradição protestante como Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Austrália, sem dúvida, possuem liderança nesta área em relação a outros como Espanha, Portugal, Itália, México e Brasil, por exemplo, que tentaram conservar, na medida do possível, suas raízes católicas.

Mas avaliar os números nem sempre revela a verdade dos fatos geopolíticos que conduzem a economia. Se por um lado os países protestantes alcançaram a hegemonia financeira, por outro, também foram grandes geradores de miséria.

A miséria gerada pelos países protestantes, dá-se quando estes se aproximam de maneira mais interessada por experimentos sociais que garantam e culminam com sua liderança neste quesito. Um destes experimentos é o Socialismo, grande gerador de miséria em países de terceiro mundo e garantidor de recursos estratégicos para os países de viés protestante.

Este interesse por experimentos sociais nefastos está na raiz do Protestantismo, quando absorveu da Cosmovisão Gnóstica conceitos como o Evolucionismo, que sugere que toda a Humanidade caminha para alcançar um aprimoramento que depende da hegemonia de uns perante outros. Este conceito foi aprimorado por Darwin e por Marx, por exemplo.  

Sabe-se que o Socialismo e o Comunismo, por exemplo, foram inicialmente gerados em círculos aristocráticos de países protestantes e aplicados depois na antiga União Soviética e depois nos países dominados pelo Capitalismo de Estado, que é um tipo de socialismo que se utiliza dos recursos do capital para manter ativo o mecanismo da dominação.

Se os países protestantes conseguem se manter no topo da pirâmide, devem muito à miséria que geraram em outros países, os quais dominaram, além do capitalismo de estado, também por práticas como o darwinismo social, que prega que o estado forte deve dominar o mais fraco.

Por outro lado, os países latinos que se mantiveram, na medida do possível, católicos ou de maioria católica, preservaram um menor índice de crescimento econômico, mas também muito menor índice de geração de miséria. 

Como podem os adeptos das teorias de que os países protestantes são mais prósperos se geram tanta pobreza? 

Se a balança de prós e contras fosse utilizada de forma adequada, seria inegável para tais analistas o fato de que os países católicos são os maiores geradores de riqueza, por conseguirem manter um determinado equilíbrio entre geração de prosperidade em relação à miséria que produzem.

O esforço que estes analistas econômicos fazem para desmerecer o Catolicismo em sua DSI (Doutrina Social da Igreja) é revoltante, mas compreensível. De nada diferem dos difamadores da Santa Igreja ao longo de sofríveis séculos.

É comum o escárnio em relação a práticas católicas como o distributivismo e a caridade. Como se a esmola empobrecesse um país…

Seria louvável para tais analistas reverem seus conceitos político-econômicos, o que está longe de acontecer. Ao mesmo tempo, é importante que o católico saiba defender tal benesse social católica de mais uma mentira que pregam contra a Igreja de Cristo.

Por: Gustavo Corrêa Gonçalves dos Santos