Porque o Covid não é um castigo de Deus

Artigos/Opinião Coronavírus

Muito se tem falado sobre os castigos divinos e o fim dos tempos. E um dos argumentos seria o desafio da humanidade atual em torno das ameaças biológicas que temos presenciado em índices diários.

Acompanhando a indicação da sra. Helga Maria Saboia Bezerra, em seu canal no YouTube Desde España vou me referir ao agente infeccioso como bichinho. E isto não é uma forma de menosprezar o seu alto índice de contaminação ou à sua letalidade, mas escapar da censura de veículos midiáticos que tem impedido a difusão de textos e vídeos sobre o tema de forma sistemática.

Devemos observar que, em diversos casos, quando um país, empresa ou pessoa toma proveito de um incidente, este mesmo pode estar propenso a criá-lo, passando a criar assim um ato criminoso. E tal possibilidade existe no caso do bichinho em questão. 

Em artigo anterior aqui, eu deixei no ar a seguinte pergunta: Se o Event 201 realizado em outubro de 2019 pretendia, ao reunir globalistas e autoridades de todo o mundo e também da China em um exercício de pandemia, porque razão, poucas semanas depois, foi incapaz de dar ciência do caso e assistiu passivamente à multiplicação do contágio em todo o mundo, sem tomar quaisquer providências?

Existem duas abordagens principais no enfrentamento do “bichinho”: de um lado, o isolamento e do outro o contágio de massa ou também conhecido como imunidade de rebanho, que ocorre quando se permite o contágio para que os indivíduos saudáveis gerem anticorpos que protegem posteriormente toda a população. No entanto, apenas a primeira abordagem foi aceita e não se pode falar da segunda nas mídias, o que contraria a própria ciência. Não houve debate sobre as duas formas de concepção científica, mas uma imposição do isolamento como única forma oficialmente aceita, via OMS, para o caso. 

A possibilidade do “bichinho” ter sido manipulado em laboratório existe e também o fato de ser objeto de guerra biológica não pode ser descartado. Por isso, não podemos considerar que o “bichinho” seja um castigo de Deus, mas sim uma ação dos demiurgos, encarnados nesta terra e que se consideram deuses.

Devemos esclarecer que demiurgos são seres ficcionais ou não, que possuem ou pensam possuir o poder sobre o mundo. De certa forma, os poderosos do mundo possuem até certo ponto, o poder sobre a vida das pessoas, simples mortais como eu que escrevo e você que lê este artigo, mas tal poder jamais poderá atingir nossas almas. Ainda possuímos o direito às nossas escolhas e livre-arbítrio.

Um castigo divino seria se um acidente que escapasse ao homem ocorresse. Um castigo divino jamais poderá vir do homem, mas de Deus, evidentemente. 

No entanto, devemos considerar também que, a despeito da origem do mal que aflija a humanidade, a atuação dos demiurgos, ou seja, dos homens poderosos deste mundo, aqui vivos e encarnados, podem precipitar, em sua ação, eventos sinistros e apocalípticos. 

Não sabemos quando será o fim deste mundo, por isso, tratemos de estar prontos para tal, o que também não nos torna pessimistas, mas conscientes do horizonte que temos quando focamos nas ações humanas, tão debilitadas pela corrupção de valores e instintos. 

Ainda assim, devemos manter a sobriedade e a serenidade para repousar nosso olhar nas belezas perenes da vida, do homem, da natureza e principalmente de Deus, onde podemos descansar nosso coração e nossa alma.

Por: Gustavo Corrêa Gonçalves dos Santos